
KZ Carol
Transparente no design, direto no som e pronto para o dia a dia

Transparente no design, direto no som e pronto para o dia a dia
Prepare-se para mergulhar no universo da KZ Carol! Neste vídeo de 2026, desvendamos cada detalhe, destacando o que a torna especial e o que você precisa saber antes de decidir.
Se você busca uma nova experiência sonora, essa análise é para você.
📌 Neste vídeo você vai descobrir:
- Os destaques e diferenciais que a KZ Carol oferece.
- Os prós e contras que você precisa considerar.
- Como a KZ Carol soa na prática, com medições detalhadas.
- O que donos reais e especialistas pensam sobre o produto.
- Histórico de preço e onde comprar no Brasil e na China.
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A posição depende da pergunta. Ele é 3º em Top 10 melhores fones KZ com Cancelamento de Ruído e 9º em Top 10 Fones KZ com Bluetooth. As duas listas ordenam por critérios diferentes, então a distância entre as posições mede o quanto este produto é especializado. Não é inconsistência entre as listas.
Ajude outros usuários compartilhando sua opinião sobre este produto. Sua avaliação ajuda outros usuários a tomar decisões informadas.
O KZ Carol é um fone de ouvido totalmente sem fio (Bluetooth) com encaixe intra-auricular e ponteiras de silicone, pensado para quem quer praticidade sem abrir mão de um som mais “cheio” e bem definido. Ele combina um visual transparente e tecnológico com um formato de haste (parecido com modelos populares do mercado), o que ajuda tanto na ergonomia quanto na captação de voz em chamadas, já que os microfones ficam mais próximos da boca.
Na experiência cotidiana, o Carol se destaca por entregar uma assinatura sonora em “V”: isto é, graves e agudos com mais presença, e médios limpos: que costuma agradar quem ouve pop, eletrônica, hip-hop e playlists de treino. Ao mesmo tempo, ele tenta evitar o lado cansativo de alguns fones mais brilhantes: os agudos são descritos como suaves e controlados, com baixo risco de sibilância (aquele “s” exagerado em vozes).
Ele também foi feito para acompanhar rotinas agitadas: tem resistência à água IPX5 (suor e respingos), alterna entre modos de uso (padrão, transparência e cancelamento de ruído) e oferece autonomia que, em condições típicas, cobre um turno de trabalho ou estudo. Para quem vive alternando entre celular e computador, o suporte a conexão com dois dispositivos (multiponto) é um bônus que reduz atrito no dia a dia: especialmente em reuniões, aulas e chamadas rápidas.
O ponto central do KZ Carol é ser um “tudo em um” acessível: som envolvente, recursos úteis e um design que chama atenção, com algumas concessões comuns da faixa: como ausência de aplicativo oficial para personalização e controles que não incluem ajuste de volume direto no fone.
Quanto cada faixa de frequência é reforçada ou atenuada, de 20 Hz (sub-graves) a 20.000 Hz (agudos). Acima da linha, o fone entrega mais; abaixo, menos.
Contra a curva-alvo: médios altos 3,6 dB abaixo e graves 2,5 dB acima. Na prática: vozes recuadas na mistura; grave forte que cobre um pouco as vozes.
KZ Carol: medição de DHRME, bancada in-ear.
Dados públicos do AutoEq, normalizados contra a curva-alvo de cada medição. Não medimos em laboratório próprio.
Os desvios são contados contra a curva-alvo da própria medição, com a faixa de 250 a 800 Hz alinhada em zero.
O KZ Carol surgiu em 2023 em um momento em que os fones totalmente sem fio deixaram de ser “luxo” e passaram a ser ferramenta diária. A KZ (Knowledge Zenith), conhecida por popularizar produtos de áudio com boa relação entre entrega e custo, vinha experimentando diferentes formatos e propostas no segmento sem fio. O Carol marcou uma virada clara: em vez de repetir o desenho mais tradicional da marca, ele adotou um formato com haste, mais próximo do que o público já reconhece como prático para chamadas e controles rápidos.
O desenvolvimento do Carol foi guiado por duas frentes que costumam entrar em conflito em modelos acessíveis: qualidade sonora e cancelamento de ruído. Para sustentar a proposta, a KZ apostou em um único driver dinâmico por lado (10mm) com sistema magnético N52, buscando graves com impacto e boa dinâmica sem perder definição nos médios. Ao mesmo tempo, a marca colocou no centro do projeto um conjunto de 6 microfones para ANC híbrido e redução de ruído em chamadas, tentando aproximar a experiência de uso do que o consumidor espera em deslocamentos e ambientes barulhentos.
Na linha do tempo de produção, o Carol foi pensado para ser fabricado em escala (mass production) com um conjunto de componentes que a marca descreve como desenvolvido internamente, especialmente no que diz respeito ao conjunto do driver e ao ajuste acústico. A estética transparente também não foi um detalhe superficial: ela virou uma assinatura do modelo, com a ideia de “mostrar o hardware” e reforçar a identidade tecnológica do produto. Esse tipo de construção, porém, trouxe um efeito colateral comum: superfícies translúcidas tendem a evidenciar micro-riscos com o uso, algo que aparece com frequência em relatos de usuários.
Com o produto já estabelecido, a KZ expandiu a família com a versão KZ Carol Pro, mantendo o mesmo conceito visual e ergonômico, mas atualizando pontos de conectividade e transmissão. A Pro foi apresentada como uma evolução voltada a quem quer mais qualidade de transmissão sem fio, adicionando LDAC (um codec de maior taxa de dados) e Bluetooth 5.4, além de mudanças no estojo e ajustes finos de proposta. Na prática, a existência do Carol e do Carol Pro consolidou a linha como uma das apostas mais reconhecíveis da KZ no universo sem fio: um modelo com identidade forte, foco em som energético e um conjunto de recursos que tenta cobrir música, chamadas, vídeos e jogos em um único produto.
Ao longo dessa evolução, o Carol também passou a ser comparado com concorrentes diretos que ganharam força no Brasil, como opções de custo-benefício com ANC e boa assinatura sonora. Esse “duelo” ajudou a definir o lugar do Carol no mercado: não como o mais perfeito em cada categoria isolada, mas como um conjunto equilibrado para quem quer praticidade, impacto sonoro e recursos modernos sem complicação.
Sendo um modelo de 2023, ele tende a ter tecnologias de conexão e bateria mais recentes que modelos de anos anteriores na mesma faixa de preço.
Importa se você quer garantir compatibilidade com os celulares mais novos e as últimas versões de Bluetooth. Se o seu aparelho é mais antigo, um modelo anterior pode servir.
O design transparente deixa os componentes internos visíveis, dando uma aparência de produto de alta tecnologia.
Importa se você se preocupa com a estética do fone e quer um visual que se destaque. Se você só busca qualidade de som e conforto, o estilo não faz diferença.
O fone aguenta o uso diário normal, mas a caixinha de transporte vai mostrar marcas e arranhões se ficar junto com chaves ou moedas no bolso.
Importa se você costuma carregar o fone solto na mochila ou bolso e se incomoda com marcas de uso. Se você guarda o case em um compartimento separado, isso não é um problema.
Ele aguenta suor e chuva leve, então você pode usá-lo para atividades físicas ou em um dia chuvoso sem se preocupar em danificá-lo.
Importa se você pratica esportes ou costuma andar na rua com fones. Se o uso é principalmente em casa ou no escritório, essa resistência não é um fator decisivo.
O design e a resistência ao suor garantem que ele permaneça firme e funcional durante corridas, treinos na academia e outras atividades físicas.
Importa se o seu principal uso para o fone será durante a prática de exercícios. Se você procura um fone apenas para o trabalho ou para usar em casa, essa indicação não é o fator principal.
As batidas das músicas (graves) são fortes, as vozes e instrumentos principais (médios) são nítidos, e os sons mais altos (agudos) não são estridentes ou cansativos.
Importa se você ouve uma variedade de gêneros musicais e quer um som que funcione bem com todos. Se você ouve principalmente podcasts, as nuances entre graves e agudos são menos perceptíveis.
Músicas eletrônicas, hip-hop ou qualquer gênero com batidas marcadas soam fortes e cheias, dando a sensação de 'peso' no som.
Importa se você é fã de músicas onde o baixo e a bateria são protagonistas. Se você prefere música clássica, folk ou podcasts, essa característica é menos relevante.
As vozes dos cantores e os instrumentos como guitarra e piano soam nítidos e fáceis de distinguir, mesmo em músicas com muitos elementos tocando ao mesmo tempo.
Importa se você gosta de prestar atenção nas letras das músicas ou em solos de instrumentos. Para podcasts, isso garante que a narração seja sempre fácil de entender.
Os sons mais finos, como pratos de bateria ou 'S' em vocais, são reproduzidos de forma clara, mas sem soar ásperos ou irritantes, mesmo em volumes mais altos.
Importa se você é sensível a sons estridentes ou ouve música por longos períodos, pois evita a fadiga auditiva. Se você ouve em volume baixo, a diferença é menos notável.
Cada lado do fone usa um único componente para reproduzir todos os sons. É a configuração mais comum em fones de ouvido.
Para a maioria dos ouvintes, isso não faz diferença na prática. Para audiófilos que buscam máxima separação de instrumentos, fones com múltiplos drivers podem oferecer mais detalhes.
O fone consegue reproduzir toda a gama de sons que o ouvido humano consegue perceber, dos graves mais profundos aos agudos mais altos.
Na prática, este é o padrão para quase todos os fones de ouvido e não serve como um diferencial. A qualidade do som dentro dessa faixa é o que realmente importa.
A classificação IPX5 significa que ele resiste a jatos de água, como suor intenso durante exercícios ou uma chuva leve. Não pode ser mergulhado em água.
Importa se você pretende usar o fone para treinar ou andar na rua sem se preocupar com a chuva. Se o uso é apenas em ambientes internos e secos, essa proteção não é necessária.
Você pode usar por horas seguidas, como em um dia de trabalho ou uma viagem longa, sem sentir dor ou incômodo na orelha.
Importa se você usa fones por mais de uma ou duas horas sem parar. Para ouvir música no trajeto para o trabalho, a maioria dos fones será confortável o suficiente.
Você pode atender chamadas telefônicas e participar de reuniões online diretamente pelo fone, sem precisar usar o microfone do celular.
Importa se você faz muitas ligações ou videochamadas. Se você usa o fone exclusivamente para ouvir música ou podcasts, o microfone não tem utilidade.
Este fone não foi projetado para monitoramento de palco ou produção, pois seu som, embora agradável, não é fiel ao áudio original gravado.
Importa se você é músico, produtor ou DJ e precisa de um som 'plano' e preciso para trabalhar. Para ouvir música casualmente, essa indicação não tem relevância.
💡 Os Preços foram atualizados em 10/10/2026
| Loja | Preço Atual | Menor | Maior | Médio | Variação |
|---|---|---|---|---|---|
| AliExpress (CN) | R$ 112,23 | R$ 97,59 | R$ 119,66 | R$ 109,31 | -6.2% |
| Mercado Livre (BR) | R$ 194,00 | R$ 189,00 | R$ 236,00 | R$ 203,25 | -17.8% |
| KZ Music Store (BR) | R$ 279,90 | R$ 279,90 | R$ 299,90 | R$ 289,90 | -6.7% |
| Shopee (BR) | R$ 116,57 | R$ 114,10 | R$ 171,00 | R$ 133,89 | -31.8% |
| Banggood (CN) | $ 31,99 | $ 25,99 | $ 31,99 | $ 28,16 | +20.8% |
| OLX (BR) | R$ 219,00 | R$ 219,00 | R$ 219,00 | R$ 219,00 | 0% |
| Alibaba (CN) | $ 18,90 | $ 0,99 | $ 19,00 | $ 12,96 | -0.5% |
💡 Dica: O gráfico mostra o histórico completo de cada loja. Quando uma loja não tem registro para uma data específica, o último valor conhecido é mantido.
Os preços podem variar. Recomendamos verificar o preço atual nas lojas antes de realizar sua compra.
Cada célula é o último preço conhecido daquela loja naquela data. A cor vai do mais barato ao mais caro desta tabela:
| Data | AliExpress (CN) | Shopee (BR) | Mercado Livre (BR) | OLX (BR) | KZ Music Store (BR) |
|---|---|---|---|---|---|
| Hoje | R$ 112,23 | R$ 116,57 | R$ 194,00 | R$ 219,00 | R$ 279,90 |
| 09/10 | R$ 112,23 | R$ 116,57 | R$ 194,00 | R$ 219,00 | R$ 299,90 |
| 06/09 | R$ 104,19 | R$ 114,10 | R$ 189,00 | R$ 219,00 | R$ 299,90 |
| 05/09 | R$ 104,19 | R$ 114,10 | R$ 189,00 | n/d | R$ 299,90 |
| 27/08 | R$ 116,82 | R$ 114,10 | R$ 189,00 | n/d | R$ 299,90 |
| 14/08 | R$ 117,39 | R$ 114,10 | R$ 194,00 | n/d | R$ 299,90 |
| 16/07 | R$ 105,33 | R$ 114,10 | R$ 236,00 | n/d | n/d |
| 14/07 | R$ 105,33 | R$ 171,00 | R$ 236,00 | n/d | n/d |
| 18/06 | R$ 97,59 | R$ 171,00 | R$ 236,00 | n/d | n/d |
| 01/06 | R$ 101,24 | R$ 171,00 | R$ 236,00 | n/d | n/d |
| 31/05 | R$ 119,66 | R$ 171,00 | n/d | n/d | n/d |
| 23/05 | R$ 119,66 | n/d | n/d | n/d | n/d |
O mesmo valor se repete até aparecer um preço mais recente daquela loja. Célula com “n/d” é loja sem preço registrado naquela data.
Confira as fotos detalhadas e em diferentes ângulos deste produto:




Assistimos alguns vídeos do YouTube em busca de informações relevantes sobre este produto. Confira o que encontramos, e as opiniões de cada um:
A versão com LDAC mantém a proposta do modelo original, mas entrega uma experiência mais refinada no Bluetooth e com som agradável para uso diário.
O destaque fica para a assinatura equilibrada, com graves presentes sem exagero, médios corretos e agudos mais suaves, o que ajuda a evitar fadiga.
Em contrapartida, quem busca mais impacto, mais detalhe ou brilho pode achar o conjunto contido demais.
No fim, é uma opção honesta, confortável e competente pelo preço, embora o encaixe da case mereça atenção
O KZ Carol chama atenção pelo visual translúcido e pelo acabamento bem pensado, que dá um ar moderno sem exageros.
Na parte sonora, entrega agudos vivos e um perfil em V que agrada quem gosta de mais brilho e presença.
Embora a redução de ruído não seja a mais forte da categoria, o conjunto geral pesa a favor, com som competente, design marcante e bom custo benefício
A comparação destaca que o KZ Carol Pro entrega um som mais encorpado, com mais presença nos graves e nos médios, além de uma assinatura mais brilhante sem ficar agressiva.
Já o outro modelo aposta em um perfil mais equilibrado e suave, com boa clareza, mas menos impacto.
Também chama atenção a diferença prática na autonomia, onde o KZ Carol Pro fica atrás, apesar de oferecer uma experiência sonora mais forte e envolvente.
No fim, ele parece mais indicado para quem busca energia e definição, enquanto o rival favorece sessões longas e um som mais leve
O Carol chamou atenção pelo conjunto acima do esperado para a faixa de preço, com construção transparente muito bem resolvida, encaixe confortável e um som divertido, encorpado e com graves fortes sem perder totalmente a clareza.
O que mais surpreendeu foi o ANC e a transparência, que entregam um resultado convincente para um modelo barato, embora o controle de volume faça falta e a qualidade possa cair um pouco em volumes mais baixos.
No fim, fica a impressão de um TWS honesto, bonito e fácil de recomendar para quem quer praticidade, bateria longa e uma assinatura sonora mais quente e envolvente
A análise mostra que o KZ Carol Pro muda pouco em relação ao Carol original.
As novidades, como Bluetooth 5.4, suporte a LDAC e um estojo mais compacto, não trazem um salto real em uso diário, e até a bateria total acaba piorando.
No som, a diferença é sutil, com o Pro soando um pouco mais quente, suave e menos agressivo nos agudos, o que pode agradar em sessões longas, mas não transforma a experiência.
ANC, modo transparência, chamadas e latência continuam apenas medianos para a faixa de preço.
No fim, é um fone competitivo abaixo de 30 dólares, porém o selo Pro parece exagerado, já que faltou uma evolução de verdade
A análise destaca que a versão Pro mantém a assinatura divertida do modelo original, com graves mais presentes, médios um pouco mais cheios e agudos levemente mais vivos.
O ganho em LDAC frente ao AAC é audível, ainda que não revolucionário, e ajuda a justificar o preço extra.
Em comparação com opções mais caras, ela perde em recursos e refinamento absoluto, mas compensa com bateria, facilidade de pareamento, boa ergonomia e um custo benefício muito forte.
Para quem quer som empolgante, uso prático no dia a dia e um preço baixo, a impressão final é muito positiva
O KZ Carol chama atenção pelo visual transparente e elegante, além de entregar som acima da média para a faixa de preço, com assinatura dinâmica, graves razoáveis, médios bem equilibrados e agudos sem aspereza.
O ANC e o modo transparência também surpreendem positivamente, assim como o suporte a multiponto e o volume forte.
Por outro lado, a experiência perde pontos na construção do estojo, que parece frágil e pode chegar riscado, na ausência de app, na bateria apenas mediana e nos controles pouco práticos.
No fim, é uma opção interessante para quem valoriza estilo, áudio e cancelamento de ruído, mas aceita alguns compromissos no acabamento e na usabilidade
O KZ Carol chamou atenção pelo pacote agressivo pelo preço, com ANC surpreendentemente forte para a faixa de 25 dólares, bateria decente e conexão multiponto funcionando de forma confiável.
Ainda assim, a análise foi bem pé no chão, o som segue a assinatura típica da KZ, com grave encorpado e divertido, mas médios recuados e pouca refinamento para quem busca mais equilíbrio.
O ponto mais fraco ficou na usabilidade, já que o encaixe é volumoso, a estabilidade pode incomodar e a ausência de app limita bastante a personalização.
No fim, a impressão é clara, entrega muito valor para quem quer graves e cancelamento de ruído barato, mas faz concessões importantes em conforto, chamadas e ajustes finos
A leitura foi de que a versão Pro não tenta reinventar a fórmula, ela lapida o que já funcionava.
A principal novidade fica no LDAC, algo que faz mais sentido para usuários Android, enquanto a nova case e a leve revisão no som passam uma sensação de ajuste fino, não de mudança radical.
O comentário mais interessante é que a assinatura continua divertida e musical, mas com um toque um pouco mais contido nos agudos e uma presença de graves mais perceptível, especialmente ao alternar ANC e transparência.
No fim, a impressão é clara, trata se de uma evolução discreta, porém inteligente, que melhora a proposta sem quebrar a identidade original
O Carol chamou atenção logo de cara pelo visual transparente e pela construção leve, passando uma sensação de produto mais caprichado do que a caixa pequena sugere.
O apresentador se surpreende com a quantidade de recursos, especialmente o cancelamento de ruído de 50 dB, e destaca que o modo transparência funciona bem, sem atraso perceptível.
Na parte sonora, ele vê uma assinatura equilibrada, com subgrave presente, grave controlado e médios e agudos bem definidos, chegando a elogiar a profundidade e a clareza em faixas mais exigentes.
A crítica fica para a ausência de aplicativo e de um equalizador mais completo, além de um microfone apenas razoável.
No fim, a impressão é de um fone bonito, competente e com som acima do esperado, desde que o preço fique em promoção para compensar a taxa de importação
A análise compara quatro fones sem fio da KZ e mostra como cada modelo atende a perfis diferentes, indo de opções mais acessíveis até versões mais completas.
O destaque fica para o equilíbrio do conjunto, com atenção a som, conforto, bateria, conectividade e recursos como cancelamento de ruído e modo de baixa latência.
Entre os pontos fortes, aparecem boa qualidade sonora, encaixe confortável e autonomia competitiva, enquanto as limitações mais citadas envolvem graves exagerados em alguns modelos, acabamento simples em outros e ausência de app dedicado.
No fim, a escolha mais vantajosa é a que reúne melhor pacote geral de desempenho e praticidade para uso diário
O KZ Carol aparece como um fone TWS acessível, com Bluetooth 5.3, ANC, seis microfones e estojo compacto com visual transparente.
A análise destaca o encaixe e o design parecidos com o AirPods Pro, além da boa sincronia entre os canais esquerdo e direito.
No som, a assinatura é bem em V, com graves fortes e subgrave marcante, médios mais recuados e agudos suaves, resultando em uma apresentação quente, divertida e fácil de ouvir.
A cena sonora é mais íntima, com detalhe e resolução apenas medianos, mas o conjunto agrada quem busca uma experiência casual, especialmente em músicas eletrônicas e para uso geral.
Pelo preço, entrega um pacote honesto e atraente para quem prioriza impacto e estilo acima de neutralidade
A impressão geral é positiva, com destaque para a bateria longa, o som equilibrado com graves encorpados e médios bem definidos, além do visual transparente que chama atenção.
Em contrapartida, o cancelamento de ruído fica abaixo do prometido, a transparência soa artificial e os controles por toque nem sempre respondem bem.
No fim, parece um fone que entrega bastante pelo preço, mas com alguns limites claros em conforto, estabilidade e recursos
O KZ Carol impressiona pelo som encorpado e agradável, com grave presente, médios recuados e agudos bem controlados, entregando uma assinatura em V que soa refinada para a faixa de preço.
O que mais chama atenção é a separação de instrumentos e a sensação de qualidade acima do esperado, algo que ele compara com rivais diretos e, em alguns pontos, até supera.
Também elogia o encaixe confortável, o design transparente e a boa autonomia, mas faz ressalvas ao ANC, que funciona de forma correta, sem ser brilhante, e à transparência, que ainda fica atrás dos líderes do mercado.
No fim, a leitura é clara, é um fone barato que entrega muito, especialmente para quem valoriza impacto, detalhe e uma experiência sonora divertida
A análise destaca um fone com visual transparente e acabamento caprichado, que combina estilo e proposta moderna.
O som é descrito como equilibrado e encorpado, com graves firmes, médios limpos e agudos bem definidos, enquanto o cancelamento de ruído e a autonomia chamam atenção no uso diário.
Também aparecem pontos fortes como conexão estável, modo de baixa latência para jogos e chamadas com boa clareza.
No conjunto, passa a impressão de ser uma opção acessível que entrega mais do que promete
A impressão geral é de que a KZ acertou em cheio ao mudar a proposta, trazendo um visual translúcido mais moderno e um som bem mais maduro do que se espera nessa faixa.
O apresentador se surpreende com o encaixe confortável, a bateria acima do prometido e, principalmente, com a assinatura sonora em V, que entrega graves fortes, médios limpos e agudos controlados sem exagero.
Mesmo assim, ele não poupa críticas, aponta construção simples, case pouco prática, ANC apenas razoável e modo gamer que quase não resolve o atraso.
No fim, a leitura dele é clara, o conjunto vale muito pelo preço e soa como uma das melhores apostas custo benefício da marca até agora
Pode ignorar: Audiófilos ou músicos que precisam de um som neutro para trabalho: a assinatura sonora em V, com graves fortes, não serve para monitoramento ou análise crítica.
se você quer gastar menos e só usa o fone em ambientes secos, como em casa ou no escritório.
Ele não tem resistência à água. Em troca da economia, você perde a proteção para usar o fone em treinos com suor ou sob chuva.
se você usa um celular Samsung e o salto no preço para ter essa integração completa faz sentido para você.
Por ser um lançamento de 2025, ele se integra ao ecossistema da Samsung com recursos de software e IA que o KZ Carol, de 2023, não oferece.
Comprar pelo design transparente esperando que ele permaneça sem marcas.
O visual com componentes internos é um grande atrativo, mas o plástico translúcido do estojo e dos fones mostra micro-riscos com facilidade no uso diário.
Como evitar: Entender que o desgaste visual é provável e, se isso for um problema, procurar por modelos com acabamento fosco ou usar uma capa de proteção no estojo desde o primeiro dia.
Achar que o modo de baixa latência elimina o atraso em jogos competitivos de tiro (FPS).
O marketing destaca o modo gamer, mas a tecnologia Bluetooth ainda possui um atraso inerente. O modo melhora a sincronia em vídeos e jogos casuais, mas não zera a latência.
Como evitar: Reconhecer que para jogos competitivos que dependem de resposta imediata, fones com fio ou com conexão 2.4GHz dedicada ainda são a escolha correta.
Na prática: A imersão não é completa em ambientes dinâmicos. Você ainda ouvirá parte do que acontece ao redor, o que pode frustrar quem busca silêncio para se concentrar no trabalho ou estudo.
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